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Manifestação LGBT, no Centro Histórico, Santiago de Compostela, Galiza, em plena Semana Santa.
A Associação ILGA Portugal (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero) congratula-se com os resultados das eleições legislativas que decorreram ontem em Espanha e defende que o Governo português deve seguir o exemplo do PSOE de Zapatero que, nos últimos quatro anos, aprovou um conjunto de medidas de promoção da igualdade para a população LGBT.
A Associação ILGA-Portugal e o GRIT (Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transsexualidade) apresentaram, no dia 21, em audiência com o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, e a convite deste, o documento reivindicativo sobre transsexualidade, e uma proposta de Lei de Identidade de Género, que permitirá a mudança do nome e sexo legais sem recorrer a um processo judicial arbitrário, demorado e discriminatório. É a primeira vez que as pessoas transsexuais foram directamente ouvidas no Parlamento português.
A ILGA-Portugal emitiu este comunicado em reacção à decisão do governo de excluir do regime do acolhimento familiar, os casais de pessoas do mesmo sexo vivendo em união de facto, ou em economia comum. A redacção anterior à publicação no DR permitia essa possibilidade, mas a versão publicada já não. Segundo a ILGA, 'É altura de reconhecer que a maioria e o Governo socialistas têm feito um bom trabalho em prol da homofobia [...] – e um mau trabalho na concretização do princípio constitucional da igualdade.'
Do blog do GRIP: 'O GRIP vai organizar o primeiro jantar de convívio de 2008 no dia 29 de Janeiro, terça-feira, às 20:30h, em local a anunciar mediante a inscrição. Estão convidadas @s associad@s, quem está inscrito na mailing-list informativa, e tod@s @s que quiserem vir conhecer o GRIP. Para se inscreverem, ou obterem mais informações, podem enviar um email para grip.ilga@gmail.com, indicanto nome e contacto caso desejem comparecer no jantar. As inscrições estão abertas até dia 27. Esperamos que apareçam!'
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Entrevista ao antropólogo e activista Miguel Vale de Almeida, feita pela SIC Notícias, a propósito do lançamento pela ILGA Portugal de dois livros infantis de temática LGBT. Relacionada: lobbygay.biwoo.com/story/livros-infantis-para-todas-as-famlias
Estudo Apeme/Produções Fictícias: «consolida-se o desinteresse do cidadão em relação às instituições, "rejeitando o discurso político instalado", apostando na ligação pontual e temporária a determinados movimentos de cáracter cívico. Já agora, outra nova tendência prevista para Portugal, além da maior tolerância em aceitar o casamento entre homossexuais, será a de não fazer depender a adopção de crianças a orientação sexual de quem adopta.»
O Centro Comunitário Gay e Lésbico de Lisboa, que recentemente comemorou o seu 10º aniversário, tem um novo nome: a partir de agora, passa a ser conhecido como 'Centro LGBT' - de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trangéneros. Nas páginas do site da ILGA-Portugal, o novo nome já lá está!
Em colaboração com o projecto eraseunavez.com, a Associação ILGA Portugal lança em Portugal dois livros infantis: "De onde venho?" e "Por quem me apaixonarei?". Histórias e ilustrações retratam de forma simples a diversidade afectivo-sexual, promovendo a igualdade e o respeito pela diversidade desde a infância. O lançamento, com a presença dos autores Roberto Maján, Wieland Pena e Javier Termenón, será na Livraria Bulhosa de Entrecampos (Lisboa), no Sábado, dia 15/12, às 17h. A apresentação dos livros está a cargo de Miguel Vale de Almeida.
O GRIP - Grupo de Reflexão e Intervenção do Porto, da Associação ILGA-Portugal - vai organizar o jantar de Solstício de Inverno deste ano, no próximo dia 12 de Dezembro (quarta-feira), pelas 20h, em local a anunciar. Estão convidad@s tod@s @s que já conheçam, ou quiserem vir conhecer o grupo, numa atmosfera informal e de convívio. As inscrições estão abertas até dia 11, e devem ser enviadas para o endereço do GRIP.
Uma pesquisa realizada na Universidade de Coimbra sobre a imigração brasileira em Portugal revela que, para os portugueses, a imagem das mulheres brasileiras está relacionada ao sexo e dos homens à falta de compromisso e à malandragem.
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Pedro Abrunhosa agradece o Prémio Arco-Íris 2007, atribuído pela associação ILGA Portugal, e fala um pouco sobre a sua "Balada de Gisberta".
Vídeo da reportagem da SIC sobre a entrega dos prémios arco-íris pela ILGA Portugal, que este ano teve Pinto Balsemão entre os premiados.
Por ter dado licença de casamento a casal do mesmo sexo (mesmo que o casamento em causa seja legalmente nulo em Portugal)
A Generalitat de Catalunya, o governo autonómico catalão, converteu-se no primeiro "governo nacional" (não sendo independente a Catalunha tem oficialmente o estatuto de nação) a aderir à associação internacional de gays e lésbicas ILGA (www.ilga.org). Já antes haviam aderido alguns municípios, como o de Amesterdão e o de Veneza.
O secretário de Estado Adjunto do ministro da Justiça, José Condes Rodrigues, garantiu ontem, no Porto, que a eutanásia não está na agenda do Governo para esta legislatura. Estranho seria se estivesse, este governo é bom demais para se preocupar com itens tão comezinhos como estes relacionados com as vidas das pessoas... Bruxelas e a alta finança falam sempre mais alto.
Uma grande percentagem das pessoas idosas institucionalizadas, mesmo não sofrendo de doenças crónicas ou terminais, pensa frequentemente na morte e cerca de 50 por cento admite a legalização da eutanásia, revelam dados preliminares de um inquérito realizado no âmbito de um projecto de investigação desenvolvido pelo Serviço de Biomédica e Ética Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
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Este filme foi escrito, produzido e realizado pela Monomito Argumentistas para a Campanha de prevenção do virus da sida lançada pelo Alto Comissariado da Saúde em Outubro de 2007. Já está a passar nas TVs.
«Apesar de bem intencionado, este discurso não serve. Não é substancialmente diferente - a não ser na intenção caritativa da "tolerância" e na fuga eufemística da "diversidade" - do discurso que tem prevalecido nas últimas décadas e que poucos resultados teve na promoção do bem-estar e autonomia das pessoas.»
A decisão de ter um bebé devia ser tomada com uma calculadora na mão. Segundo um estudo de um investigador da Universidade de Coimbra, os custos, desde o nascimento até aos 25 anos, são sempre superiores a 230 mil euros – mas podem atingir quase três vezes mais, ou seja, o preço de um apartamento de luxo, na capital.