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Mais um videoclip dos 'The Cliks', a banda com o vocalista transsexual canadiano de descendência portuguesa Lucas Silveira. 'Oh Yeah' é o single mais popular do último CD da banda, 'Snakehouse' (ainda não disponível por cá). Para quem gosta do género 'L Word' (onde já passaram algumas canções deles) a voz energética e emotiva de Lucas não pode deixar de agradar. Elogios ao 'Snakehouse' no Lesbian Life: lesbianlife.about.com/od/musicreviews/fr/Snakehouse.htm.
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Podem ver aqui a cover, em 'live', da canção 'Cry Me a River' dos 'The Cliks'. Recorde-se que o vocalista é Lucas Silveira, o homem transsexual canadiano de origem portuguesa, baptizado Lilia, que está a começar a ser um sério êxito na paisagem musical americana. Lucas nunca chegou a iniciar a terapia hormonal, por lhe poder prejudicar a voz. História original sobre Lucas aqui: lobbygay.biwoo.com/story/lucas-silveira-cantor-canadiano-transsexual-dm.
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Poucos artistas simbolizam melhor o casamento perfeito entre a música disco dos anos 70 e a cena gay do que Sylvestre. Ele foi the real thing, even better than the real thing, como na canção dos U2! Tudo na vida de Sylvester James oscila entre esses dois eixos, o da música soul, disco e hi-nrg, e o de ter sido uma das primeiras celebridades gay. You Make Me Feel (Mighty Real) é um celebrado hino, um dos maiores êxitos do disco-sound. Biografia de Sylvester:www.queerculturalcenter.org/Pages/Sylvester/Index.html
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Ok, é um clássico! Agora tentem imarginar-se na longa noite do armário e de repente explodir numa televisão 'perto de si' a figura andrógina do Boy George, tão polémico pela maneira de se apresentar como pelas bocas que mandava na Smash Hits como pelo namoro assumido com o baterista da banda! Não foi a minha canção preferida dos Culture Club (essa foi Karma Chameleon) mas foi aquela que pôs os 80's kids a achar que alguma coisa estava a mudar e nada voltaria a ser como antes. Link para o site oficial: www.culture-club.co.uk/
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Não houve género musical mais gay do que o disco sound dos anos 70! Até na sua génese o disco está profundamente ligado às comunidades homossexuais norte-americanas. E se houve grupo responsável por fazer o cross-over entre o disco mais puro dos clubes nova-iorquinos e o mainstream da música pop, foram os Village People. E tudo nos VP remetia para os gays, nomeadamente a fixação dos estereótipos típicos dos anos 70: o marinheiro, o polícia, o leather-man, etc. Escolhi o clip do In The Navy porque acho essa canção mais 'abixanada' do que a YMCA!
«As pessoas nunca entendem o que quer dizer a letra quando canto "Amor mais que discreto", ninguém nota que é gay. Até agora, não senti nenhum preconceito. "Gay" é uma palavra americana que quer dizer "alegre". Mas, hoje, ninguém mais pode dizer que uma coisa é gay, porque um grupo neonazista skinhead pode aparecer.»
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Com Smalltown Boy, os Bronski Beat de Jimmy Sommerville trouxeram para a arena da pop não só a homossexualidade, mas também a homofobia e o activismo gay. Foi em 1984, e a pop, versão Smash Hits e Top of the Pops, nunca mais foi a mesma... Para além da canção, um verdadeiro hino gay, o video clip causou igualmente furor, ao representar uma situação vivida por tantos adolescentes gays. O Jimmy Sommerville saiu da ribalta com o final dos anos 80, mas continua ligado aos movimentos activistas e é uma presença frequente nos festivais Pride.
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"In a hot summer night" de Jonathan Gatro. Com um vídeoclip assumidamente gay. Apesar das contradições, Israel vive tempos interessantes. Via: cruzandocaminhos.blogspot.com/
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Lançada em 1977 ou 78 pela TOM ROBINSON BAND, esta canção seria, durante boa parte dos anos 80, o hino dos movimentos activistas gay ingleses e a 'canção oficial' dos desfiles PRIDE. O Tom Robinson era um compositor com uma forte componente de consciência social e política, e as suas canções eram muito marcadas politicamente.
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A versão banida do vídeo do single, também banido à época na BBC, dos Frankie Goes to Hollywood. "Relax, don't do it, when you want to come"... os 80's é que eram! Mais sobre a polémica aqui: en.wikipedia.org/wiki/Frankie_Goes_To_Hollywood.
Já que o Lobby Gay vem aguardando a estréia portuguesa de "A Bolha" (paulistas e cariocas já o podem ver), e Eytan Fox tem sido objeto de alguns posts, chamo a atenção para aquele que faz as trilhas sonoras de seus filmes: Ivri Lider. "Bo" de Yossi & Jagger já foi comentado. No seu site oficial, Lider disponibiliza sua interpretação de "The Man I Love" (de Gershwin) presente n'A Bolha. Chamo a atenção também para o belíssimo "Zachiti Le'ehav" (I Was Preveledged to Love).
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Um grupo de bears de Amesterdão que se conheceu em Nova Iorque e decidiu dar início à primeira bearband do mundo. São perfeitos para a Eurovisão. Site oficial: www.bearforce1.nl
O bebé que surgiu em 1991 a nadar em direcção a uma nota de dólar na capa do disco dos Nirvana já é um teenager, mas a foto que tirou nu ainda nem falava, fa-lo sentir ainda hoje uma "estrela porno". E pelos vistos garante-lhe sucesso entre as miúdas. Frase de engate que reconhece usar: "Queres ver a minha pila pela segunda vez?".
Pedro Abrunhosa lançou o álbum "Luz", de onde consta a canção "Balada de Gisberta". Após a ter apresentado pela primeira vez em 2006, na Queima das Fitas do Porto, a música é agora oficialmente publicada. A canção é sobre o assassinato de Gisberta Salce Júnior, a mulher transsexual que foi espancada e assassinada por um grupo de 14 adolescentes, entre os 12 e 16 anos de idade, num prédio abandonado do Porto, em Fevereiro de 2006. Amostra da canção: www.abrunhosa.oninet.pt/disco_10.html
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Duvido que alguém encontre um mais adequado. "Shake it", de Sakis Rouvas, Eurovisão 2004, na sua Grécia natal.
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A canção 'Bo' do filme 'Yossi & Jagger' de Eytan Fox: Ivri Lider a fazer uma versão (e uma apropriação) do original de Rita.